A guerra
Ah...
Como trago à ponta de uma lança
As
infinitas lágrimas de antigoCoração brusco, chave que não cansa
De a mim abrir-me portas de mendigo!
Bandeira cega, pontes cairão
Entre o Desejo e a Fé adulterada...
Escaravelhos belos no caixão
Estou vencido, ossos desgastados...
Há tanto tempo não vejo-te os rostos...
A imensa Guerra, travo aos Amados...
Àquela a que chamamos Amor-Aço!
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